Governo do Catar proíbe negociações de criptomoedas no país

O governo do Catar, país do Oriente Médio com uma população de mais de 2,5 milhões, anunciou o banimento do comércio de criptomoedas.

De acordo com um relatório recente da agência de notícias International Investment, o Centro Financeiro do Catar (QFC, na sigla em inglês) – órgão regulador do mercado financeiro do país, afirmou que “os serviços de ativos virtuais não podem ser realizados no país a partir deste momento”.

Segundo o relatório, entre os serviços proibidos pelo QFC estão inclusos a negociação de criptomoedas com moedas fiduciárias e entre criptomoedas, fornecimento de custódia e outros serviços financeiros relacionados a ativos virtuais.

Especificamente, o QFC afirmou que a proibição inclui “qualquer coisa de valor que atue como substituto de moeda fiduciária que possa ser negociado ou transferido digitalmente, e usado para fins de pagamento ou investimento”.

Ainda não está claro porque o QFC tomou essa decisão, embora a hostilidade do governo catari com as criptomoedas não se trate de uma postura recente. Em 2018, o Banco Central do Catar declarou que o Bitcoin é ilegal no país, citando a “alta volatilidade” e o “potencial para uso em crimes” como motivos para a posição.

“Essa criptomoeda é altamente volátil e pode ser usada para crimes financeiros e hackers eletrônicos, além de arriscar a perda de valor, porque não há garantidores ou ativos que lhe dão lastro”, afirmou o Banco Central na época.

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