Emília Campos movimenta ação trabalhista contra Atlas Quantum

No dia 12 de setembro, pouco menos de um mês após a Atlas Quantum receber a stop order da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o CriptoFácil noticiou que Emília Campos deixou seu cargo na diretoria da empresa. De acordo com uma publicação do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região feita no dia 22 de novembro, Campos está movendo um processo trabalhista contra a Atlas.

O processo teve início no dia 22 de outubro, embora até então ele conte com apenas uma publicação, que diz respeito à intimação de testemunhas de Campos e da Atlas. A publicação foi feita no dia 11 de novembro e, até então, nada mais foi feito.

Tendo em vista o valor da causa, que beira R$1 milhão, o CriptoFácil tentou contato com a Emília Campos para entender melhor sobre o processo, contudo, ela preferiu não prestar declarações sobre o caso.

O CriptoFácil falou então com fontes próximas ao caso, que discutiram sobre o conteúdo da ação. Segundo tais fontes, Campos está requerendo o pagamento de créditos trabalhistas, bem como indenização por dano moral. Além disso, a ex-diretora da Atlas está requerendo que Bitcoins presos na plataforma lhe sejam entregues, uma vez que parte de seus créditos trabalhistas eram pagos em Bitcoins dentro da plataforma da Atlas Quantum.

Desta forma, Campos se junta ao extenso grupo de funcionários da Atlas Quantum que não receberam direitos trabalhistas. Conforme noticiado pelo CriptoFácil em novembro, ex-funcionários da empresa fizeram uma transmissão ao vivo em uma rede social e afirmaram que nem mesmo os funcionários demitidos entre agosto e setembro receberam seus direitos trabalhistas por completo.

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