China volta a apertar o cerco e emite novo alerta sobre criptomoedas

A exemplo do que já havia feito em 2017, a China intensificou novamente uma “perseguição” à industria de Bitcoin e criptomoedas e, em 27 de dezembro, diversas autoridades locais em Pequim emitiram conjuntamente um novo alerta sobre as atividades envolvendo o comércio de criptomoedas. O comunicado é assinado pelo Gabinete de Administração e Supervisão Financeira Local de Pequim, pelo Departamento de Gestão Empresarial do Banco Popular da China, pelo Departamento Regulador de Bancos e Seguros de Pequim e pelo Departamento Regulador de Valores Mobiliários de Pequim e pede que as empresas não se envolvam em negócios relacionados às criptomoedas.

“Recentemente, com a promoção da tecnologia blockchain, as atividades de negociação de criptomoedas estão mostrando sinais de ressurgimento no país. Algumas plataformas de negociação deste tipo de ativo fornecem serviços para residentes domésticos e lançaram empréstimos com juros zero, gerenciamento de riqueza de moedas e outros projetos através de hipotecas de moeda digital, ações que configuram violações graves ao ‘anúncio sobre a prevenção do risco de financiamento de tokens’ emitido pelo Banco Popular da China e outros sete ministérios e comissões”, destaca o comunicado.

Consequentemente, no aviso, os reguladores ordenaram que todas as empresas não promovam projetos ou plataformas de criptomoedas. Além disso, as empresas não devem se envolver em negócios de negociação de criptomoedas ou fornecer quaisquer serviços relacionados a elas.

“Advertimos seriamente que as instituições não divulguem ou promovam projetos ou plataformas relacionadas a moedas virtuais; não realizem vendas ou transações comerciais em moedas virtuais e não devem se envolver ou atuar em qualquer atividade de emissão ou negociação de moeda virtual no país e no exterior. Instituições financeiras e instituições de pagamento não devem prestar serviços para nenhuma transação com moeda virtual”, destaca o comunicado.

O alerta destaca também que os departamentos de gerenciamento financeiro, de gerenciamento de telecomunicações de rede e de segurança pública estão investigando empresas que realizam transações com moedas virtuais.

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